Thursday, 5 May 2016


Boas tardes meus companheiros e companheiras! Daqui fala o vosso analista da casa, Marco Paz! Hoje trago-vos uma review um pouco atrasada, mas como diz o ditado, mais vale tarde do que nunca. O Chapter 27 da PROGRESS Wrestling foi o show de quarto aniversário desta companhia de Londres, Inglaterra, que tem feito o seu nome à volta da grande qualidade dos seus shows e das storylines muito bem trabalhadas que apresenta. Sem mais demoras, vamos passar a isto!


Natural Progression Series Meia-final
Pete Dunne vs Pastor William Eaver

Este era o combate indicado para abrir o show. Easter é um face adorado pelo publico da Progress, muito derivado à sua gimmick de religiosos que resembla Jesus Cristo. Já Pete Dunne, assim como o seu irmão, tem uma tendência a trabalhar de forma heel agressiva, apesar de ser considerado um cruiserweight, não age como tal, preferindo o seu estilo mais agressivo e de brawler do que propriamente andar a voar pelo ringue.

O combate foi um típico combate de heel vs face, em que Dunne consegue o dominicio incial do combate, conseguindo absorver algum heat do publico, tronando o combate algo lento de modo a que este encaixe o seu ritmo. Depois de alguns minutos debaixo de ataques de Pete, Eaver começa a fazer o seu comeback ao estilo Hulk Hogan. O seu carisma enorme e a sua personagem estupidamente over permite ir “roubar” algumas características de grandes personagens do mundo do wrestling e incorpora-las em si próprio, o que torna Eaver num dos wrestlers mais adorados da Progress.

O Pastor consegue o Comeback, mas quando prepara-se para atingir o seu finisher, o “Clothesline From Heaven”, Dunne surpreende com um Superkick muito bem aplicado, vindo do nada e que ia acabando com a contenda. Os minutos finais disto foram bons, com uma boa acção e torca de manobras entre os dois lutadores. Eaver acabou por aplicar um Crucifix Powerbomb seguido do seu finisher para acabar o combate e passando assim às finais do Natural Progression Series.

Foi um combate sem nada de especial, que cumpriu o objectivo de aquecer o publico para o que ainda estava a vir mas sem os queimar muito. Ambos os lutadores conseguiram mostrar muito bem o porque de terem chegado tão longe no torneio, mas estava claro que seria Eaver quem iria sair por cima.

Rating: ** ¾


Singles Match
Jack Gallagher vs Johnny Kidd

Este combate, logo de partida, sabíamos que iria ser algo muito mais lento e baseado no estilo destes dois senhores: o Grappling e as submissões. Johnny Kidd, uma das grandes lendas do wrestling britanico, juntamente com o grande Johnny Saint, é um dos mestres do wrestling técnico característico da World of Sports, programa de wrestling inglês que marcou a modalidade na altura dos anos 70 e 80. Gallagher seguiu e tomou como inspiração para o seu próprio estilo, o Kidd e muitos outros, por isso ele próprio estudou e conhece os movimentos do veterano.

O combate em si, como se previa, foi lento. Mais lento que o publico da Progress está habituado, mas nem por isso estes deixaram de mostrar grande respeito pelos lutadores e mostraram-se muito dentro da contenda, reagindo a cada manobra que ambos os lutadores aplicavam. Kidd, o veterano, mostrou-se superior a Jack em termos técnicos, conseguindo aplicar e sair de submissões com uma facilidade enorme, mostrando que a idade não pesa assim tanto quanto isso. Vimos um combate bastante equilibrado, muito soft, com momentos cómicos e grandes demosntrações de ambos os lutadores. Gallagher, o jovem prodígio do estilo, mostrou-se mais ágil e rápido que o veterano, inovando nas suas saídas às holds e aplicando algumas que são novas para o vetarano.

O combate acabou por ficar um pouco mais físico no final, com uma troca de headbutts entre os dois lutadores, e com Jack a acabar por levar a melhor depois de uma combinação de rollups. Foi um bom combate, muito diferente do que o fã comum está habituado, mas quem souber apreciar este tipo de contenda, é de certo algo bem agradável aos olhos. Kidd e Gallagher mostraram grande respeito um pelo outro no final, o que é sempre bom de se ver.

Rating: *** ¼


Wasteman Challange
“Bodyguy” Roy Johnson vs Dave Mastiff

Esta é a estreia de Roy num Chapter da Progress. Este homem teve envolvido no début do “nosso” David Francisco na companhia, e desde então tenho ouvido um buzz bastante positivo sobre ele. Sinceramente, fiquei desiludido. Achei que a gimmick tem potencial, sim, mas não vejo como algo sério que venha a ficar over de qualquer forma nos próximos tempos. O Roy até sabe falar e tal, mas simplesmente não senti entretido por isto. Alem das rimas terem sido extremamente más. O melhor disto foi mesmo o Dave a dar porrada e a calar de uma vez por todas o “Bodyguy”.

O combate em si não foi muito melhor. Algo rápido, as mostrar claramente a superioridade do “Bastard” e membro dos Origin, mesmo sendo Johnson um campeão de levantamento de pesos, não está nem perto do nível de Mastiff. Vitória fácil, combate desinteressante e segmento com potencial mas que ficou longe de ser bom.

Rating: **


Tables, Ladders and Chairs, Losing Team Must Disband Match
Sumerian Death Squad vs London Riots

Ai esta combate… se por um lado tinhamos duas equipas extremamente populares na PROGRESS e que têm uma das melhores histórias que tenho visto ser contadas últimos dois anos, sendo que o combate tinha tudo para ser ENORME. Acabou por ser um bom combate, sim, com spots doentios, mas que também falhou em algumas coisas. Coisas que não deveriam falhar a um nível destes.

A história deste combate foi bastante clara. As duas equipas não gostam uma da outra e estão a lutar pela sua sobrevivência. A equipa que perder este combate, nunca mais vai poder lutar junta na PROGRESS Wrestlingm por isso, trata-se de mais de que um combate de wrestling para estes quatro, trata-se de uma verdadeira guerra. Isso foi demonstrado ao longo dos últimos meses, com combates brutais entre as duas equipas (especialmente o do Chapter 24).

Os Sumerian Death Squad conseguem sempre fazer algo especial neste tipo de combates mais importantes. Eles, com a sua gimmick de culto satânico conseguem fazer grandes entradas e por o ambiente no tom certo para este tipo de combates. Logo desde o inicio, isto foi um auntetico massacre de ambas as equipas. Ambas apenas queriam uma coisa: destruição, nem que para isso tivessem que por os próprios corpos em risco. Eles usaram as armas à sua disposição de toda a forma e feitios, tal a imaginação que estes homens têm quando se trata de magoarem os adversários.

Exitem spots aqui no meios que arrepiam qualquer um. Desde a queda de costas de Lynch em cima da escada, o Tombstone Piledriver dos London Riots para cima da escada e da cadeira em Tommy End, o double Suicide Dive que acaba por fazer com que os London Riots batam com a cara no escadote, tudo coisas que até custam olhar. Mas, infelizmente, o material foi da pior qualidade possível. As messas partiam-se com o peso dos lutadores: os London Riots tentaram por Michael Dante em cima de uma e esta automaticamente partiu-se ao meio. A cara dos lutadores a ver este cenário foi de quem não acredita no que acabou de acontecer. Os escadotes eram minúsculos e, o único escadote-e que era alto o suficiente para chegar ao contrato, estava partida ao meio. Os árbitros tiveram que ajudar James Davis a segurar a escada enquanto Rob Lynch subia os restos desta para vencerem o combate.

No final de contas, foi um grande combate que não merecia a péssima qualidade do material que estava envolvido. Alguns dos spots ficaram sloopys e existiram algumas paragens no final do combate que tiraram algum do clima que havia. De qualquer forma, excelente guerra, e o final com as duas equipas a mostrarem grande respeito uma pela outra também foi muito bonito.

Rating: ****


PROGRESS Tag Team Titles Match
The Origin (Nathan Cruz & El Ligero) © vs Tommaso Ciampa & Zack Sabre Jr.

Os Origin são heels à antiga tão bons. Eles simplesmente conseguem ter o heat todo e o publico na mão. Enquanto heel, o Nathan é incrível e o Ligero está a revelar-se muito bom também. A equipa adversária é quase como uma dream team, Ciampa e Sabre, dois rivais e dois lutadores de grande qualidade, juntos numa equipa. Desde cedo que se previa o resultado disto que mais tard acabou por se confirmar. Era obvio que ia acontecer alguma coisa para por Ciampa e Zack um contra o outro, e foi isso mesmo que aconteceu quando Sabre perdeu o combate depois de um Low-Blow de Ligero.

O combate foi muito interessante. Nada do outro mundo, mas também não estava a espera de muito mais. Sabia muito bem quais eram os objectivos disto: por os Origino ver com uma grande vitória frente a dois grandes nomes da industria e desenvolver a rivalidade de Ciampa vs Sabre. Tivemos aqui sequencias boas, Ciampa e Sabre trabalharam muito bem juntos, gostei principalmente da combinação de finishers do PK e do Project Ciampa. O Sabre mostrou mais uma vez neste combate o porque de ser chamado o Technical Wizard, atando os oponentes em múltiplas submissões. Ciampa mostrou o porque de ser chamada o Psycho Killer, com os seus cotovelos e joelhos na cara dos adversários e a sua intensidade formidável.

No final do combate vimos um angle entre Sabre e Ciampa a desentenderem-se, com Ciampa a ter um heel turn e a dizer que odeia Sabre e o publico da PROGRESS. Ficamos assim com combate marcado para o Chapter 36: We Are Going To Need A Bigger Room… Again!

Rating: *** ¾



PROGRESS Wrestling Thunderbastard Title Match
Marty Scurll © vs Will Ospreay vs Rampage Brown vs Zack Gibson vs Mark Andrews vs Eddie Dennis vs Paul Robinson vs Mark Haskins vs Morgan Webster

Este combate tem a estrutura do Aztec Warfare, mas apareceu muito antes de a Lucha Underground sequer começar a ser pensada. Dois homens começam, de dois em dois minutos entra um homem novo e a única forma de ser eliminado é por pin ou submissão. Facil. Isto é muito bom para por várias histórias ao mesmo tempo a funcionar. Aqui vimos alguns pormenores que remontam ao inicio da companhia e é uma das coisas que agrada-me na PROGRESS, a continuidade das coisas sem nunca esquecer o passado.

Desde já quero dizer, Zack Gibson foi um autentico monstro neste combate. Ele foi o MVP disto, ele foi a cola que segurou isto tudo junto e foi excelente. Nunca pensei que alguem que eu considerava banal à coisa de 6 meses atrás, viesse-se a revelar tão bom e tão completo em tão pouco tempo. Ele teve presente em quase todos os momentos do combate desde que entrou e não me importava de o ver no Main Event mais algumas vezes.

Tivemos momentos muito bons aqui. A reunião dos Swords of Essex (Will Ospreay e Paul Robinson) foi excelente de se ver. A troca de manobras rápidas entre Ospreay e Andrews, a destruição de Rampage, a cobardice de Scurll, tudo foi bom. Ainda tivemos direito a ver mais uma sequencia de Scurll e Ospreay, estes dois conseguem sempre entregar algo de diferente cada vez que sobem os dois ao Ringue.

Resumindo, foi um bom combate, com várias coisas a acontecer ao mesmo tempo e todos tiveram o seu destaque. Talvez aquele que mais me desapontou foi o Haskins, esperava que ele mostrasse-se mais, mas na verdade todos foram abafados por Zack Gibson que teve absolutamente incrível. Mesmo assim, isto teve as suas coisas negativas, como por exemplo alguns wrestlers impedirem outros de conseguirem as falls, o que não faz sentido neste tipo de combate.

Rating: **** ¼

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Preto no Branco

Classificações:

Natural Progress Series Meia Final – Pastor William Eaver vs Pete Dunne - ** ¾
Singles Match - Jack Gallagher vs Johnny Kidd - *** ¼
Wasteman Challenge - “Bodyguy” Roy Johnson vs Dave Mastiff - **
Tables, Ladders and Chairs, Losing Team Must Disband Match - Sumerian Death Squad vs London Riots - ****
PROGRESS Tag Team Titles Match - The Origin (Nathan Cruz & El Ligero) © vs Tommaso Ciampa & Zack Sabre Jr. - *** ¾
PROGRESS Wrestling Thunderbastard Title Match - Marty Scurll © vs Will Ospreay vs Rampage Brown vs Zack Gibson vs Mark Andrews vs Eddie Dennis vs Paul Robinson vs Mark Haskins vs Morgan Webster - **** ¼

Termometro:

Mais um show da PROGRESS, este o de quarto aniversario. E como já é habitual, os shows da PROGRESS são recheados de coisas boas. Ora aqui fica os pontos positivos deste show:

- O ambiente na PROGRESS é sempre algo especial, mas este show, sendo o show de aniversário, foi absolutamente incrível. Os fãs estavam excelentes, ainda por cima depois de ouvirem o anuncio de que a PROGRESS vai ter dois combates de qualificação para o WWE Global Cruiserweight Tournament.

- O culminar de algumas histórias e o desenvolvimento de outras está a ser absolutamente incrível. O Storytelling simples da companhia, como a feud entre os London Riots e os Sumerian Death Squads, foi absolutamente fantástico. O Main Event também teve recheado de pequenos pormenores deliciosos para os fãs que conhecem as rivalidades mais antigas e o angle do Ciampa e do Sabre foi tão simples mas tão bom. É disto que o povo gosta!

- A constante qualidade dos combates é sempre incrível. Fora a NJPW, a PROGRESS é aquela companhia que consegue dar sempre bons combates em cada evento que fazem. Os últimos três combates deste evento foram todos muito bons, e isso apenas demonstra a qualidade dos envolvidos.

Apesar de ser fanboy e a PROGRESS ser a minha empresa de wrestling favorita do momento, sei admitir que tem coisas más. Aqui vai algumas sobre este show:

- Os adereços que usaram no combate dos SDS vs LR foram horríveis. As escadas eram simplesmente más e as mesas também era mehzinhas. O combate foi bastante danificado pela qualidade dos objectos e o spot final foi totalmente destruído. Foi um dos maiores pontos negativos dos últimos 10 shows da PROGRESS. Se querem fazer um combate desta dimensão, invistam em bom material.

- Como sempre, e isto também vem a ser uma constante, mas esta é má, a primeira metade do show tem combates com qualidade menos boa. Eu não quero combates de quatro ou cinco estrelas do principio ao fim do show, mas ao menos deiem-me algo de jeito para manter o interesse e não apenas saltar. O primeiro combate, apesar de ser necessário por causa do torneio, poderia ter sido bem melhor. O Wasteman Challenge foi mau. O Kidd vs Gallagher foi fixe mas estava a espera demais. É mesmo uma das poucas coisas que me chateia nos shows da PROGRESS que é sempre de qualidade muito inferior.

- A repetição de finais nos últimos dois combates. No combate pelos titulos de Tag, acabamos com Ciampa a desafiar Zack para um combate no Chapter 36. No final do combate pelo titulo da PROGRESS, acabamos com a marcação de um Scurll vs Ospreay para a Wrestlecon. Eu sei que nem sempre é fácil ter criatividade para fazer duas coisas iguais de formas diferentes, mas ter dois finais de combate seguidos tão parecidos, fica no ar que isto não teve grande investimento.





Figura da Noite:
Zack Gibson - Shankley Gates para toda a gente!

Como já referi mais a cima, Zack Gibson foi um absoluto monstro no seu combate, sendo, para mim, a obvia figura da noite. Gibson é alguem que tem vindo a melhorar imenso no ultimo ano, o destaque que tem recebido na PROGRESS Wrestling desde a sua feud com Morgan Webster tem-lhe feito muito bem, assim como juntar-se aos Origin. Este tem-se tornado, juntamente com Marty Scurll, o top heel da companhia. Eu comia muito bem um reinado de Gibson na PROGRESS no futuro, acho que ele como um heel arrogante tem muito para oferecer, ainda por cima, dentro da cultura inglesa, ele tem tudo para ser odiado pelos fãs. A PROGRESS tem shows em Manchester e em Londres, já Gibson, é um oriundo de Liverpool e tem orgulho na sua cidade e no seu clube, por isso, é heat fácil. Gostava de ver uma evolução na sua gimmick eventualmente, mas a sua capacidade em ringue já evoluiu tanto que se continuar a evoluir a este ritmo, ele pode muito bem ser o próximo a começar a ir participar em shows na America com o resto dos EuroTrash.


Causa e Efeito:

É uma pena que eu esteja a fazer isto tão tarde, porque entretanto o Chapter 28 e 29 já aconteceram. Mas se foram ver as minhas reviews dos chapters anteriores, que podem ser encontradas aqui (link para Wrestling Noticias), vão ver que eu disse com bastante antecedência o que ia acontecer: Os Sumerian Death Squad perdem o combate de equipas, separam-se e Tommy End vai atrás do titulo mundial. Não quero dar spoilers aqueles que ainda não viram os próximos chapters, mas bem… eu bem que disse os SDS iam perder. E eu disse que o Tommy End ia atrás do titulo da PROGRESS… Podem chamar-me Marco Nostradamus Meltzer Paz, porque eu prevejo o futuro do mundo do wrestling a anos luz de distancia!

Os titulos de Tag parece terem o seu futuro definido. O Reinado dos Origin já dura há algum tempo, sendo que é eles têm o maior numero de Chapters que uma equipa passou com os titulso (uma vez que agora os chapters são mais regulares, porque em numero de dias eles ainda estão longe dos FSU). Já está na altura de eles dropparem os titulos, e a quem melhor do que a “First Team of PROGRESS”, os London Riots? Depois de terem vencido o combate de TLC contra os SDS, eles estão lançados para os titulos e vejo-os a ganhar.

A situação do novo titulo, o Atlas Title, é um pouco incógnita. Já sabemos os participantes, ou seja, Big Daddy Walter, T-Bone, Mastiff, Iestyn Rees, Big Damo, Michael Dante, Joe Coffey e Rampage Brown. Obviamente que os dois grandes nomes deste torneio são Rampage e Mastiff, e são os prováveis vencedores do titulo principalmente Rampage. Mas gajos como Big Damo, Joe Coffey ou Michael Dante podem muito bem também vencer isto. Os outros, como não são regulares, tirando o Walter que aparece de ano a ano, não acredito que passem da fase de grupos sequer.


De resto, não vejo grandes coisas que possam acontecer no futuro que vejam deste show. Gostava que fizessem uma feud entre o Gibson e o Ospreay de forma a eleva-lo e estabelece-lo de uma vez por todas como um alguem importante na companhia. O Gallagher continua a ter o seu destaque, muito discretamente, e não me admirava que daqui a uns tempos o vejamos a rondar o titulo.

Classificação Geral: *** ¾



Bem, e esta foi a minha analise ao Chapter 27 da PROGRESS Wrestling. Espero que tenham gostado, digam nos comentários o que acharam do evento, se concordam ou discordam de mim, o que acharam a analise e isso tudo. Meu amigos, eu também escrevo Reviews para uma pagina de Facebook, chamada Wrestling Ratings, e pelo nosso parceiro, o Wrestling Noticias, por isso, não deixem de passar por lá! Estou no ir, por isso, fiquem bem e não percam a próxima Análise, porque eu… TAMBÉM NÃO!

Wrestling Ratings & Wrestling Noticias: Analises 101 #3 - PROGRESS Wrestling Chapter 27: The Lost Art Of Suffering!

  • Uploaded by: Marco Paz
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