Boas tardes meus companheiros e companheiras! Daqui fala o vosso analista da casa, Marco Paz! Hoje trago-vos uma review um pouco atrasada, mas como diz o ditado, mais vale tarde do que nunca. O Chapter 27 da PROGRESS Wrestling foi o show de quarto aniversário desta companhia de Londres, Inglaterra, que tem feito o seu nome à volta da grande qualidade dos seus shows e das storylines muito bem trabalhadas que apresenta. Sem mais demoras, vamos passar a isto!
Natural Progression Series Meia-final
Pete Dunne vs Pastor William Eaver
Este era o combate indicado para abrir o show. Easter é um
face adorado pelo publico da Progress, muito derivado à sua gimmick de
religiosos que resembla Jesus Cristo. Já Pete Dunne, assim como o seu irmão,
tem uma tendência a trabalhar de forma heel agressiva, apesar de ser
considerado um cruiserweight, não age como tal, preferindo o seu estilo mais
agressivo e de brawler do que propriamente andar a voar pelo ringue.
O combate foi um típico combate de heel vs face, em que
Dunne consegue o dominicio incial do combate, conseguindo absorver algum heat
do publico, tronando o combate algo lento de modo a que este encaixe o seu
ritmo. Depois de alguns minutos debaixo de ataques de Pete, Eaver começa a
fazer o seu comeback ao estilo Hulk Hogan. O seu carisma enorme e a sua
personagem estupidamente over permite ir “roubar” algumas características de
grandes personagens do mundo do wrestling e incorpora-las em si próprio, o que
torna Eaver num dos wrestlers mais adorados da Progress.
O Pastor consegue o Comeback, mas quando prepara-se para
atingir o seu finisher, o “Clothesline From Heaven”, Dunne surpreende com um
Superkick muito bem aplicado, vindo do nada e que ia acabando com a contenda. Os
minutos finais disto foram bons, com uma boa acção e torca de manobras entre os
dois lutadores. Eaver acabou por aplicar um Crucifix Powerbomb seguido do seu
finisher para acabar o combate e passando assim às finais do Natural
Progression Series.
Foi um combate sem nada de especial, que cumpriu o objectivo
de aquecer o publico para o que ainda estava a vir mas sem os queimar muito.
Ambos os lutadores conseguiram mostrar muito bem o porque de terem chegado tão
longe no torneio, mas estava claro que seria Eaver quem iria sair por cima.
Rating: **
¾
Singles
Match
Jack
Gallagher vs Johnny Kidd
Este combate, logo de partida, sabíamos que iria ser algo
muito mais lento e baseado no estilo destes dois senhores: o Grappling e as
submissões. Johnny Kidd, uma das grandes lendas do wrestling britanico,
juntamente com o grande Johnny Saint, é um dos mestres do wrestling técnico
característico da World of Sports, programa de wrestling inglês que marcou a
modalidade na altura dos anos 70 e 80. Gallagher seguiu e tomou como inspiração
para o seu próprio estilo, o Kidd e muitos outros, por isso ele próprio estudou
e conhece os movimentos do veterano.
O combate em si, como se previa, foi lento. Mais lento que o
publico da Progress está habituado, mas nem por isso estes deixaram de mostrar
grande respeito pelos lutadores e mostraram-se muito dentro da contenda,
reagindo a cada manobra que ambos os lutadores aplicavam. Kidd, o veterano,
mostrou-se superior a Jack em termos técnicos, conseguindo aplicar e sair de
submissões com uma facilidade enorme, mostrando que a idade não pesa assim
tanto quanto isso. Vimos um combate bastante equilibrado, muito soft, com
momentos cómicos e grandes demosntrações de ambos os lutadores. Gallagher, o
jovem prodígio do estilo, mostrou-se mais ágil e rápido que o veterano,
inovando nas suas saídas às holds e aplicando algumas que são novas para o
vetarano.
O combate acabou por ficar um pouco mais físico no final,
com uma troca de headbutts entre os dois lutadores, e com Jack a acabar por
levar a melhor depois de uma combinação de rollups. Foi um bom combate, muito
diferente do que o fã comum está habituado, mas quem souber apreciar este tipo
de contenda, é de certo algo bem agradável aos olhos. Kidd e Gallagher
mostraram grande respeito um pelo outro no final, o que é sempre bom de se ver.
Rating: ***
¼
Wasteman
Challange
“Bodyguy”
Roy Johnson vs Dave Mastiff
Esta é a estreia de Roy num Chapter da Progress. Este homem
teve envolvido no début do “nosso” David Francisco na companhia, e desde então
tenho ouvido um buzz bastante positivo sobre ele. Sinceramente, fiquei
desiludido. Achei que a gimmick tem potencial, sim, mas não vejo como algo
sério que venha a ficar over de qualquer forma nos próximos tempos. O Roy até
sabe falar e tal, mas simplesmente não senti entretido por isto. Alem das rimas
terem sido extremamente más. O melhor disto foi mesmo o Dave a dar porrada e a
calar de uma vez por todas o “Bodyguy”.
O combate em si não foi muito melhor. Algo rápido, as
mostrar claramente a superioridade do “Bastard” e membro dos Origin, mesmo
sendo Johnson um campeão de levantamento de pesos, não está nem perto do nível
de Mastiff. Vitória fácil, combate desinteressante e segmento com potencial mas
que ficou longe de ser bom.
Rating: **
Tables,
Ladders and Chairs, Losing Team Must Disband Match
Sumerian
Death Squad vs London Riots
Ai esta combate… se por um lado tinhamos duas equipas
extremamente populares na PROGRESS e que têm uma das melhores histórias que
tenho visto ser contadas últimos dois anos, sendo que o combate tinha tudo para
ser ENORME. Acabou por ser um bom combate, sim, com spots doentios, mas que
também falhou em algumas coisas. Coisas que não deveriam falhar a um nível
destes.
A história deste combate foi bastante clara. As duas equipas
não gostam uma da outra e estão a lutar pela sua sobrevivência. A equipa que
perder este combate, nunca mais vai poder lutar junta na PROGRESS Wrestlingm
por isso, trata-se de mais de que um combate de wrestling para estes quatro,
trata-se de uma verdadeira guerra. Isso foi demonstrado ao longo dos últimos
meses, com combates brutais entre as duas equipas (especialmente o do Chapter
24).
Os Sumerian Death Squad conseguem sempre fazer algo especial
neste tipo de combates mais importantes. Eles, com a sua gimmick de culto satânico
conseguem fazer grandes entradas e por o ambiente no tom certo para este tipo
de combates. Logo desde o inicio, isto foi um auntetico massacre de ambas as equipas.
Ambas apenas queriam uma coisa: destruição, nem que para isso tivessem que por
os próprios corpos em risco. Eles usaram as armas à sua disposição de toda a
forma e feitios, tal a imaginação que estes homens têm quando se trata de
magoarem os adversários.
Exitem spots aqui no meios que arrepiam qualquer um. Desde a
queda de costas de Lynch em cima da escada, o Tombstone Piledriver dos London
Riots para cima da escada e da cadeira em Tommy End, o double Suicide Dive que
acaba por fazer com que os London Riots batam com a cara no escadote, tudo
coisas que até custam olhar. Mas, infelizmente, o material foi da pior
qualidade possível. As messas partiam-se com o peso dos lutadores: os London
Riots tentaram por Michael Dante em cima de uma e esta automaticamente
partiu-se ao meio. A cara dos lutadores a ver este cenário foi de quem não
acredita no que acabou de acontecer. Os escadotes eram minúsculos e, o único
escadote-e que era alto o suficiente para chegar ao contrato, estava partida ao
meio. Os árbitros tiveram que ajudar James Davis a segurar a escada enquanto
Rob Lynch subia os restos desta para vencerem o combate.
No final de contas, foi um grande combate que não merecia a
péssima qualidade do material que estava envolvido. Alguns dos spots ficaram sloopys
e existiram algumas paragens no final do combate que tiraram algum do clima que
havia. De qualquer forma, excelente guerra, e o final com as duas equipas a
mostrarem grande respeito uma pela outra também foi muito bonito.
Rating:
****
PROGRESS
Tag Team Titles Match
The Origin (Nathan Cruz & El Ligero) © vs Tommaso Ciampa
& Zack Sabre Jr.
Os Origin são heels à antiga tão bons. Eles simplesmente
conseguem ter o heat todo e o publico na mão. Enquanto heel, o Nathan é incrível
e o Ligero está a revelar-se muito bom também. A equipa adversária é quase como
uma dream team, Ciampa e Sabre, dois rivais e dois lutadores de grande
qualidade, juntos numa equipa. Desde cedo que se previa o resultado disto que
mais tard acabou por se confirmar. Era obvio que ia acontecer alguma coisa para
por Ciampa e Zack um contra o outro, e foi isso mesmo que aconteceu quando
Sabre perdeu o combate depois de um Low-Blow de Ligero.
O combate foi muito interessante. Nada do outro mundo, mas também
não estava a espera de muito mais. Sabia muito bem quais eram os objectivos disto:
por os Origino ver com uma grande vitória frente a dois grandes nomes da
industria e desenvolver a rivalidade de Ciampa vs Sabre. Tivemos aqui
sequencias boas, Ciampa e Sabre trabalharam muito bem juntos, gostei
principalmente da combinação de finishers do PK e do Project Ciampa. O Sabre
mostrou mais uma vez neste combate o porque de ser chamado o Technical Wizard,
atando os oponentes em múltiplas submissões. Ciampa mostrou o porque de ser
chamada o Psycho Killer, com os seus cotovelos e joelhos na cara dos
adversários e a sua intensidade formidável.
No final do combate vimos um angle entre Sabre e Ciampa a
desentenderem-se, com Ciampa a ter um heel turn e a dizer que odeia Sabre e o
publico da PROGRESS. Ficamos assim com combate marcado para o Chapter 36: We
Are Going To Need A Bigger Room… Again!
Rating: *** ¾
PROGRESS
Wrestling Thunderbastard Title Match
Marty
Scurll © vs Will Ospreay vs Rampage Brown vs Zack Gibson vs Mark Andrews vs
Eddie Dennis vs Paul Robinson vs Mark Haskins vs Morgan Webster
Este combate tem a estrutura do Aztec Warfare, mas apareceu
muito antes de a Lucha Underground sequer começar a ser pensada. Dois homens
começam, de dois em dois minutos entra um homem novo e a única forma de ser eliminado
é por pin ou submissão. Facil. Isto é muito bom para por várias histórias ao
mesmo tempo a funcionar. Aqui vimos alguns pormenores que remontam ao inicio da
companhia e é uma das coisas que agrada-me na PROGRESS, a continuidade das
coisas sem nunca esquecer o passado.
Desde já quero dizer, Zack Gibson foi um autentico monstro
neste combate. Ele foi o MVP disto, ele foi a cola que segurou isto tudo junto
e foi excelente. Nunca pensei que alguem que eu considerava banal à coisa de 6
meses atrás, viesse-se a revelar tão bom e tão completo em tão pouco tempo. Ele
teve presente em quase todos os momentos do combate desde que entrou e não me
importava de o ver no Main Event mais algumas vezes.
Tivemos momentos muito bons aqui. A reunião dos Swords of
Essex (Will Ospreay e Paul Robinson) foi excelente de se ver. A troca de manobras
rápidas entre Ospreay e Andrews, a destruição de Rampage, a cobardice de
Scurll, tudo foi bom. Ainda tivemos direito a ver mais uma sequencia de Scurll
e Ospreay, estes dois conseguem sempre entregar algo de diferente cada vez que
sobem os dois ao Ringue.
Resumindo, foi um bom combate, com várias coisas a acontecer
ao mesmo tempo e todos tiveram o seu destaque. Talvez aquele que mais me
desapontou foi o Haskins, esperava que ele mostrasse-se mais, mas na verdade
todos foram abafados por Zack Gibson que teve absolutamente incrível. Mesmo
assim, isto teve as suas coisas negativas, como por exemplo alguns wrestlers
impedirem outros de conseguirem as falls, o que não faz sentido neste tipo de
combate.
Rating: **** ¼
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Preto no Branco
Classificações:
Natural Progress Series Meia Final – Pastor William Eaver vs
Pete Dunne - ** ¾
Singles
Match - Jack Gallagher vs Johnny Kidd - *** ¼
Wasteman Challenge
- “Bodyguy” Roy Johnson vs Dave Mastiff - **
Tables,
Ladders and Chairs, Losing Team Must Disband Match - Sumerian Death Squad vs
London Riots - ****
PROGRESS
Tag Team Titles Match - The Origin (Nathan Cruz & El Ligero) © vs Tommaso
Ciampa & Zack Sabre Jr. - *** ¾
PROGRESS
Wrestling Thunderbastard Title Match - Marty Scurll © vs Will Ospreay vs Rampage
Brown vs Zack Gibson vs Mark Andrews vs Eddie Dennis vs Paul Robinson vs Mark
Haskins vs Morgan Webster - **** ¼
Termometro:
Mais um show da PROGRESS, este o de quarto aniversario. E
como já é habitual, os shows da PROGRESS são recheados de coisas boas. Ora aqui
fica os pontos positivos deste show:
- O ambiente na PROGRESS é sempre algo especial, mas este
show, sendo o show de aniversário, foi absolutamente incrível. Os fãs estavam
excelentes, ainda por cima depois de ouvirem o anuncio de que a PROGRESS vai
ter dois combates de qualificação para o WWE Global Cruiserweight Tournament.
- O culminar de algumas histórias e o desenvolvimento de
outras está a ser absolutamente incrível. O Storytelling simples da companhia,
como a feud entre os London Riots e os Sumerian Death Squads, foi absolutamente
fantástico. O Main Event também teve recheado de pequenos pormenores deliciosos
para os fãs que conhecem as rivalidades mais antigas e o angle do Ciampa e do
Sabre foi tão simples mas tão bom. É disto que o povo gosta!
- A constante qualidade dos combates é sempre incrível. Fora
a NJPW, a PROGRESS é aquela companhia que consegue dar sempre bons combates em
cada evento que fazem. Os últimos três combates deste evento foram todos muito
bons, e isso apenas demonstra a qualidade dos envolvidos.
Apesar de ser fanboy e a PROGRESS ser a minha empresa de
wrestling favorita do momento, sei admitir que tem coisas más. Aqui vai algumas
sobre este show:
- Os adereços que usaram no combate dos SDS vs LR foram horríveis.
As escadas eram simplesmente más e as mesas também era mehzinhas. O combate foi
bastante danificado pela qualidade dos objectos e o spot final foi totalmente destruído.
Foi um dos maiores pontos negativos dos últimos 10 shows da PROGRESS. Se querem
fazer um combate desta dimensão, invistam em bom material.
- Como sempre, e isto também vem a ser uma constante, mas
esta é má, a primeira metade do show tem combates com qualidade menos boa. Eu
não quero combates de quatro ou cinco estrelas do principio ao fim do show, mas
ao menos deiem-me algo de jeito para manter o interesse e não apenas saltar. O
primeiro combate, apesar de ser necessário por causa do torneio, poderia ter
sido bem melhor. O Wasteman Challenge foi mau. O Kidd vs Gallagher foi fixe mas
estava a espera demais. É mesmo uma das poucas coisas que me chateia nos shows
da PROGRESS que é sempre de qualidade muito inferior.
- A repetição de finais nos últimos dois combates. No
combate pelos titulos de Tag, acabamos com Ciampa a desafiar Zack para um
combate no Chapter 36. No final do combate pelo titulo da PROGRESS, acabamos
com a marcação de um Scurll vs Ospreay para a Wrestlecon. Eu sei que nem sempre
é fácil ter criatividade para fazer duas coisas iguais de formas diferentes,
mas ter dois finais de combate seguidos tão parecidos, fica no ar que isto não
teve grande investimento.
Figura da Noite:
Zack Gibson - Shankley Gates para toda a gente!
Como já referi mais a cima, Zack Gibson foi um absoluto
monstro no seu combate, sendo, para mim, a obvia figura da noite. Gibson é
alguem que tem vindo a melhorar imenso no ultimo ano, o destaque que tem
recebido na PROGRESS Wrestling desde a sua feud com Morgan Webster tem-lhe
feito muito bem, assim como juntar-se aos Origin. Este tem-se tornado,
juntamente com Marty Scurll, o top heel da companhia. Eu comia muito bem um
reinado de Gibson na PROGRESS no futuro, acho que ele como um heel arrogante
tem muito para oferecer, ainda por cima, dentro da cultura inglesa, ele tem
tudo para ser odiado pelos fãs. A PROGRESS tem shows em Manchester e em
Londres, já Gibson, é um oriundo de Liverpool e tem orgulho na sua cidade e no
seu clube, por isso, é heat fácil. Gostava de ver uma evolução na sua gimmick
eventualmente, mas a sua capacidade em ringue já evoluiu tanto que se continuar
a evoluir a este ritmo, ele pode muito bem ser o próximo a começar a ir
participar em shows na America com o resto dos EuroTrash.
Causa e Efeito:
É uma pena que eu esteja a fazer isto tão tarde, porque
entretanto o Chapter 28 e 29 já aconteceram. Mas se foram ver as minhas reviews
dos chapters anteriores, que podem ser encontradas aqui (link para Wrestling
Noticias), vão ver que eu disse com bastante antecedência o que ia acontecer:
Os Sumerian Death Squad perdem o combate de equipas, separam-se e Tommy End vai
atrás do titulo mundial. Não quero dar spoilers aqueles que ainda não viram os próximos
chapters, mas bem… eu bem que disse os SDS iam perder. E eu disse que o Tommy
End ia atrás do titulo da PROGRESS… Podem chamar-me Marco Nostradamus Meltzer
Paz, porque eu prevejo o futuro do mundo do wrestling a anos luz de distancia!
Os titulos de Tag parece terem o seu futuro definido. O
Reinado dos Origin já dura há algum tempo, sendo que é eles têm o maior numero
de Chapters que uma equipa passou com os titulso (uma vez que agora os chapters
são mais regulares, porque em numero de dias eles ainda estão longe dos FSU). Já
está na altura de eles dropparem os titulos, e a quem melhor do que a “First
Team of PROGRESS”, os London Riots? Depois de terem vencido o combate de TLC
contra os SDS, eles estão lançados para os titulos e vejo-os a ganhar.
A situação do novo titulo, o Atlas Title, é um pouco incógnita.
Já sabemos os participantes, ou seja, Big Daddy Walter, T-Bone, Mastiff, Iestyn
Rees, Big Damo, Michael Dante, Joe Coffey e Rampage Brown. Obviamente que os
dois grandes nomes deste torneio são Rampage e Mastiff, e são os prováveis vencedores
do titulo principalmente Rampage. Mas gajos como Big Damo, Joe Coffey ou
Michael Dante podem muito bem também vencer isto. Os outros, como não são
regulares, tirando o Walter que aparece de ano a ano, não acredito que passem
da fase de grupos sequer.
De resto, não vejo grandes coisas que possam acontecer no
futuro que vejam deste show. Gostava que fizessem uma feud entre o Gibson e o
Ospreay de forma a eleva-lo e estabelece-lo de uma vez por todas como um alguem
importante na companhia. O Gallagher continua a ter o seu destaque, muito discretamente,
e não me admirava que daqui a uns tempos o vejamos a rondar o titulo.
Classificação Geral: *** ¾
Classificação Geral: *** ¾
Bem, e esta foi a minha analise ao Chapter 27 da PROGRESS Wrestling. Espero que tenham gostado, digam nos comentários o que acharam do evento, se concordam ou discordam de mim, o que acharam a analise e isso tudo. Meu amigos, eu também escrevo Reviews para uma pagina de Facebook, chamada Wrestling Ratings, e pelo nosso parceiro, o Wrestling Noticias, por isso, não deixem de passar por lá! Estou no ir, por isso, fiquem bem e não percam a próxima Análise, porque eu… TAMBÉM NÃO!
Wrestling Ratings & Wrestling Noticias: Analises 101 #3 - PROGRESS Wrestling Chapter 27: The Lost Art Of Suffering!
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